É um contra-senso pretender que as pessoas modifiquem suas atitudes através da dor. Apenas o prazer aparece na lista de desejos do ser humano e só ele (ou sua possibilidade) é capaz de acionar o mecanismo de automotivação do indivíduo em direção a um determinado objetivo.
Quando você critica e demonstra que o outro está errado, o amor-próprio não permite que ele volte atrás e reformule a decisão.
A partir do momento em que consigo que alguém não queira trabalhar mal, ele nunca mais trabalhará mal (assumida a capacitação técnica, evidentemente).
Numa empresa, o que funciona mal é o que não pertence a ninguém. É o que não tem quem se responsabilize pelo seu funcionamento.
Pergunte e ouça. Pergunte novamente em função do que ouviu e ouça. Depois elogie. Só então diga o que você quer dizer. Mas é provável que, neste ponto, você não tenha mais nada a dizer.
Você não precisa saber todas as respostas, precisa apenas aprender a ouvir.
Elimine, de vez, a penalidade pelo fracasso. Existem outras alternativas: você pode trocar idéias com a pessoa e ajudá-la a transformar o erro em aprendizado; incentivá-la a esquecer e ir em frente; não falar nada; ou se nada disso der resultado, despeça-a. Não vejo onde a penalidade é melhor que qualquer uma destas.
Não se preocupe se você não quiser agir logo. Se você não fizer a tempo, outros farão. Principalmente em negócios.
Certifique-se que cada funcionário tenha conhecimento claro sobre a importância da sua função e sua responsabilidade com o todo, entregue-lhe as melhores ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado, adicione treinamento adequado e deixe-os trabalhar. Você vai se surpreender.
Enfie uma coisa na sua cabeça: as pessoas não agem, reagem.
Uma indecisão é... uma falta de decisão.
Pare de dar ouvidos a teorias miraculosas. Em administração, você é a teoria. Se as pessoas o respeitam profissionalmente, o seguem. Se não, o combatem.
Administrar é a ciência de organizar os meios disponíveis para atingir os fins desejados.
Ninguém é burro. O que existe é alguma coisa mal explicada. E quem explica é quem pede. E quem pede é você... Percebeu?
Você só pode julgar sua competência se souber claramente o que tem a fazer. Ou, visto de outra ótica, você só pode julgar a competência de alguém se tiver explicado claramente qual a razão dela ter sido contratada.
Se você é bom em dar chicotadas, você será um jockey de sucesso.
Em vez de perder seu tempo procurando e apontando erros nos outros, ressalte os acertos e minimize os erros. Experiemente e veja o resultado.
Já fui um cão como administrador. Na verdade, continuo a ser, mas hoje estou mais pra Poodle que pra Rotweiller.
Aos jovens arrogantes executivos de nossos dias: pare de ser babaca e respeite a inteligência dos outros tanto quanto você quer ser respeitado pela sua.
Receita para sucesso empresarial: experiência e maturidade dos 50 combinada com energia e ambição dos 30.
No exercício da cidadania, liderados têm a prerrogativa de escolher o líder que irão seguir. Na vida profissional é o inverso, é o líder que escolhe os liderados, não os mais competentes mas aqueles com quem mais se identifica.
Como líder, você pode ser do jeito que quiser. Entretanto, não é qualquer jeito que serve para qualquer situação, ou, dito de outra forma, cada situação requer um jeito certo para se obter o melhor resultado.
Ter uma equipe competente é fácil: cursos, treinamento específico, direção firme, objetivos claros. Agora, caráter, é como o Fiat Stilo, ou se tem ou não se tem.
É simples: os incomodados... que mudem.
Não dê ordem. Dê o braço.
O interesse individual é o fundamento do trabalho em conjunto.
O ser humano resolve um dado problema sempre da mesma forma, mesmo não tendo obtido o melhor resultado nas vezes anteriores.
Se, repetidamente, está sendo difícil fazer algo, é porque existe um jeito fácil de fazer. Você só ainda não sabe qual é.
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